Algumas questões pra você responder a pergunta “Onde começa a transformação digital?”

Publicado por ASC Brazil | 28 de outubro de 2019 | Destaque,Transformação Digital

É verdade que todo mundo fala em transformação digital, que é o futuro dos negócios, etc. E você, compreensivelmente, não quer perder esse trem. De fato, não é novidade que o mundo digital cada vez mais está marcando presença no universo das transações comerciais. Mas é necessário entender que, antes de vincular sua marca a esse novo caminho, é preciso que você, sua equipe e a empresa como um todo se preparem para o que virá pela frente. Nesse artigo, nós vamos trazer algumas dicas para que você possa saber, com segurança, onde começa a transformação digital.

Já falamos o que é transformação digital nesse artigo  e detalhamos uma visão prática aqui.

Primeiro a estratégia, depois o investimento

É muito comum que líderes interessados em ingressar sua marca num caminho de transformação digital partam de uma determinada ferramenta, que acreditam ser capaz de alavancar progressos e aumento de vendas.

Mas os especialistas no assunto não têm dúvida em afirmar que é mais lúcido primeiro definir uma boa estratégia para obter avanços, inclusive procurando traçar as metas que se pretende atingir. Só depois desse importantíssimo passo é que vem o processo de compreender quais ferramentas do mundo digital são mais adequadas a sua marca, considerando também o cenário de negócios, o ramo de atividade, o momento etc.

Você até pode pensar em capacitar a sua marca com novos atributos, como melhorar a logística para evitar falhas no fornecimento ou aumentar a velocidade com que seus produtos avançam pelo mercado, mas não adianta pensar apenas nas ferramentas. O lugar onde começa a transformação digital é a sala de reunião, onde você define que estratégia adotar.

As tendências do mundo digital

A cada dia o mercado acena com novas ferramentas a serem usadas em estratégias para as marcas. Algumas delas traçam o caminho contrário, ou seja, são criadas para múltiplos usos no dia a dia e acabam se tornando fundamentais quando empregadas no mundo dos negócios. É o caso da tecnologia em nuvem, dos aparelhos mobile e das próprias redes sociais.

Segundo pesquisa realizada pela Harvard Business Review, algumas dessas tendências do mundo digital não apenas acabaram se incorporando às estratégias de marketing, como também inspiraram novos modelos ou formas de fazer negócio. O exemplo mais clássico talvez seja o celular, cujo emprego como caminho de busca por produtos só aumenta.

É claro que sua marca vai confirmar presença nesses meios, mas é preciso usar a tecnologia em função do seu negócio e não apenas por se tratar de ferramentas muito usadas. A sua atuação numa rede social, por exemplo, pode não ser tão vantajosa para sua marca, e você na verdade estar mobilizando gente da sua equipe sem um retorno satisfatório. Num caso como esse, não tenha medo de contrariar as tendências digitais e coloque seu colaborador para dar tudo naquela ferramenta que sinalize boas possibilidades.

E sua equipe diante das transformações digitais?

Uma das questões mais espinhosas na hora de levar adiante uma nova base estratégica é que, onde começa a transformação digital, há o receio dos colaboradores de que essas mudanças venham acarretar perda de empregos, o que pode levar a uma sensação de insegurança que os leve a instintivamente resistir às mudanças.

Na verdade é uma visão simplista acreditar que basta um investimento em ferramentas e aplicativos para que o mundo digital tenha definitivamente penetrado na sua marca. Nada disso! As mudanças têm de ser, antes de tudo, na mentalidade, na compreensão das novas estratégias adotadas, e isso se faz com pessoas. Melhor ainda com aquelas que já conhecem bem a marca.

Assim, quando se pensa em implementar um novo curso, baseado na transformação digital, uma medida inteligente por parte dos gestores é tranquilizar os seus colaboradores, demonstrando o quanto eles são necessários nas novas diretrizes que vão nortear as estratégias da empresa.

É claro que não é segredo pra ninguém que a eficiência das ferramentas tecnológicas tende a eliminar alguns postos de trabalho, e que numa marca que migra com sucesso para uma fase digital podem acontecer mudanças que atinjam os recursos humanos, mas isso não significa que transformação digital seja sinônimo de perda de emprego. Procure deixar isso bem claro, porque, voltamos a frisar, sua marca vai precisar de seus habituais colaboradores para implementar com sucesso uma estratégia de transformação digital.

Mudando além do digital

A maior parte dos gestores que começaram a trilhar o caminho da transformação digital tinha em mente, no início do processo, que as mudanças atingiriam aspectos como cortar custos, aumentar a eficiência ou alavancar a produtividade. É claro que isso também seria afetado, mas talvez o mais importante estivesse por vir.

E sobre isso podem testemunhar algumas marcas que, acostumadas a atuar de peito mais aberto, perceberam que a transformação digital, mais do que melhorar o que já existia, poderia abrir o caminho para novos modelos de negócio ou até mesmo para outras possibilidades para a marca.

Como passaram a dispor de novas ferramentas e principalmente de um melhor desempenho na captação de dados e informações sobre o mercado e os clientes, novos nichos de atuação passaram a ser viáveis, gerando outros fluxos de receita e novas necessidades na gestão da marca.

Confirmando o que temos defendido nesse artigo, essas novas oportunidades quase sempre só são vislumbradas quando os gestores implementam toda uma adequação de estratégia ao apostar na transformação digital. Uma postura muito diferente da de quem investiu em meios digitais apenas como modo de melhorar o que já existia ou para viabilizar o que não vinha dando certo.

Agilidade na hora de implementar novas ideias

Um item importante onde começa a transformação digital é na organização interna das empresas que migram para essa nova estratégia. Muitas vezes, a implementação precisa ocorrer de forma parcial, em apenas um aspecto. A área de atendimento ao cliente, por exemplo, poder testar alguma nova ferramenta, sem que outros setores estejam funcionando dentro da mesma concepção.

Se os líderes da área que passa por aquela reformulação tiverem necessariamente que agir dentro de um protocolo, em consonância com o restante da equipe, pode ser que fiquem limitados na sua dinâmica e no ímpeto de impor as transformações.

Em outras palavras, aquela rigidez hierárquica que muitas vezes caracteriza as empresas nem sempre (ou quase nunca) é bem-vinda num processo de transformação digital. Um bom modelo para se imaginar é o do funcionamento de grande parte das empresas do Vale do Silício.

Ali há sempre a necessidade de mudanças repentinas, que precisam contar com uma boa dose de autonomia por parte dos líderes para que eles proponham ajustes que considerem necessários. Em casos como esses, ainda ter que se reportar a superiores, apresentar formalmente as ideias, convencer um colegiado do que se quer fazer, enfim, ter de passar por um arsenal de etapas antes de implementar pode determinar a perda do timing preciso para a mudança.

Em transformação digital, a confiança na experiência dos líderes é fundamental e é bom tirar do caminho esses obstáculos normalmente desnecessários, que são uma espécie de herança de antigas arquiteturas organizacionais.

Inovações que integram marcas e clientes

Qualquer pessoa pode perceber o impacto da tecnologia no dia a dia, a tal ponto que invenções como o smartphone se tornaram um utensílio conhecido e dominado por qualquer pessoa, com reflexo direto nas vendas. O mesmo se pode dizer das redes sociais, que na esteira da tecnologia mobile tem provocado mudanças até nas relações entre seres humanos.

Dessa forma, não há como essa transformação digital do cotidiano, ocasionada por smartphones e redes sociais, não ser aproveitada no que se refere à gestão de marcas e produtos e também na forma de as empresas trabalharem.

A grande facilidade que essas tecnologias oferecem para se conhecer dados e informações também se torna um item de transformação digital, afinal de seus próprios aparelhos móveis e de contas em mídias sociais suas ou das empresas, é possível alavancar oportunidades de negócio e até mesmo aperfeiçoar ferramentas digitais.

Em muitas empresas já é possível aos colaboradores, de qualquer estação de trabalho ou mesmo de seus dispositivos particulares, acessar o banco de dados da empresa e ter acesso a informações numa velocidade e praticidade às vezes valiosas para determinar um contato ou uma venda.

A popularização de outra tecnologia, a nuvem, colabora ainda mais para esse processo, pois permite um acúmulo de informações que, mesmo não inteiramente ligadas a um ponto central na empresa, ainda assim favorece a obtenção rápida de dados, garantindo uma boa dose de eficiência.

 Imagine, por exemplo, um colaborador, mesmo fora do horário comum de trabalho, se deparando com uma grande oportunidade e em seguida cair na maior frustração por não poder ter acesso a informações que seriam fundamentais, porque a sua empresa não despertou ainda para essa dinâmica do mundo das vendas e não utiliza as facilidades tecnológicas como poderia.

E olha que, segundo pesquisa do IBM Institute for Business, o potencial de exploração dos recursos da tecnologia de nuvem – principalmente no que se refere a inovação – ainda mal saiu da estaca zero na maioria das empresas.

Conclusão

Como procuramos demonstrar nesse artigo, o ponto onde começa a transformação digital de verdade é na sua decisão de replanejar a estrutura organizacional da sua empresa, antes mesmo de investir em qualquer ferramenta digital.

Muitas possibilidades do mundo digital já estão no mercado, possibilitando cada vez mais inovações e garantindo eficiência em nível sempre mais alto. E estamos falando de algo que ainda tem muito a evoluir, ou seja, elas vão chegar de qualquer maneira e você precisa estar bem consciente, do ponto de vista da sua mentalidade de gestão, para poder acompanhar o que vem por aí.

As mudanças vão ocorrer exatamente através dessa combinação de invenções tecnológicas e adequações na gestão de marca. A transformação digital é uma renovação de conceitos e precisa deixar de ser encarada, como ainda fazem muitas empresas, como solução mágica, que de um momento pro outro vai trazer rentabilidade, fidelidade e elevação da marca.

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